Eucalípto


Região Nativa: Principalmente Austrália

Tipo: de arbusto baixo a árvore alta

Altura: de 10 a 60 metros

Uso: comercial, construção civil, cosmético, terapêutico, medicinal

“Remamos e remamos sobre a água tão azul

Como uma pena flutuávamos ao longo

Em uma canoa de eucalipto.”

(Canção folclórica tradicional australiana)

O eucalipto possui mais que 500 espécies conhecidas, com árvores de pequeno porte até grandes árvores, estando entre as mais altas. Nativo da Tasmânia , Austrália, onde uma das espécies também é chamada de “árvore de resina azul”, já se espalhou para quase todas as regiões tropicais e subtropicais da Terra. Devido a seu crescimento rápido é usado amplamente no reflorestamento e na produção de celulose. Na Austrália são essenciais para a áreas de conservação onde os coalas vivem.

HISTÓRIA

Mais de 700 espécies de eucalipto cresciam em torno da costa da Austrália quando os primeiros colonizadores chegaram.

Durante o primeiro século de colonização, as florestas de Eucalipto foram sistematicamente derrubadas para abrir pastos para o gado e as ovelhas.

Mas a bordo do navio inglês do Capitão James Cook estava o colecionador de plantas Joseph Banks que, junto com o botânico sueco Daniel Carlsson Solander desceram na costa, em 1770, para estudar e apreciar a flora local. Banks ficou impressionado com as árvores altas e graciosas, com a casca prateada descamando e suas folhas com aroma peculiar.

Mas foi o Horticultor francês Charles Louis L’Héritier de Brutelle (1746 – 1800) quem deu a espécie o nome Eucalyptus obliqua. O nome eucalipto significa “bem coberto”, em referência a como a árvore protege suas flores.

Dois séculos depois, as poucas plantas coletadas na Austrália haviam se espalhado por toda área tropical do planeta. Hoje, as florestas de eucaliptos representam 40% de todas as plantações de florestas tropicais do globo.

Não há uma data exata da introdução do eucalipto no Brasil. Existem relatos de que os primeiros exemplares foram plantados nas áreas pertencentes ao Jardim Botânico e Museu Nacional do Rio de Janeiro, nos anos de 1825 e 1868; no Município de Amparo, SP, entre 1861 e 1863; e no Rio Grande do Sul, em 1868.

Os primeiros estudos científicos no Brasil com o eucalipto foram iniciados em 1904, pelo Eng. Agrônomo Edmundo Navarro de Andrade, no Horto Florestal de Rio Claro, SP, pertencente à ex-Companhia Paulista de Estradas de Ferro.

O crescimento da área reflorestada no País foi marcante a partir da promulgação da Lei de Incentivos Fiscais, ocorrida em 1966. Estima-se que, atualmente, existam no Brasil, aproximadamente 5 milhões de hectares de florestas plantadas de eucalipto.

O Eucalipto tem grande importância comercial na economia brasileira. Segundo a Indústria Brasileira de Árvores, são 5,5 milhões de hectares plantados com este gênero, com uma produtividade média de 39 m³/ha/ano. A produtividade, contudo, depende de diversos fatores, como o local de plantio, os tratos culturais e os insumos disponibilizados. O plantio ostensivo de áreas de eucalipto requerem cuidados pois nenhuma monocultura abriga uma biodiversidade como nas florestas naturais.

De forma geral, espécies de eucalipto têm sido preferencialmente utilizadas devido ao seu rápido crescimento, capacidade de adaptação às diversas regiões ecológicas e pelo potencial econômico, tendo em vista a utilização diversificada de sua madeira.

Os germoplasmas mais utilizados no momento, em função das características de suas madeiras e importância econômica, são: Eucalyptus grandis,  E. saligna,  E. urophylla, E. dunni, E. benthamii, Corymbia citriodora (ex-Eucalyptus citriodora) híbridos de E. grandis x E. urophylla e outros híbridos interespecíficos.

USO

Essa planta tem sido utilizada há muito tempo.

Auxilia em problemas respiratórios, diabetes, doenças reumáticas e problemas de pele.

Também é utilizado para a limpeza da pele e desinfetar e perfumar ambientes.

As folhas são destiladas a vapor para extrair o óleo, que é um líquido incolor com um aroma forte, doce e amadeirado. Contém 1,8-cineole, também conhecido como eucaliptol.

As folhas também contêm flavonóides e taninos. Os flavonoides são compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias encontrados em vários vegetais que juntos aos taninos podem ajudar reduzir inflamações.

As resinas na casca produzem ácidos quinotânicos usados em dentifrícios e xaropes para garganta.

O óleo que vem do eucalipto é usado em antissépticos, perfumes em cosméticos, aromatizantes, assim como em preparações dentárias e em solventes industriais.

Seu uso em medicina é antigo, e seu óleo essencial, um remédio extremamente eficaz e versátil. Um dos melhores óleos antissépticos e agente antiviral, expectorante e estimulante do sistema respiratório, é sobejamente conhecido pelo seu efeito em resfriados e catarro, sendo indicado para asma, bronquites, resfriados, tosse, febre, gripes, má circulação, diabetes, sinusites, doenças infecciosas e urinárias, herpes labial, reumatismo e dores musculares, parasitas intestinais e até em mordidas de cobras. Balsâmico, equilibra as energias, e é frequentemente usado em saunas para purificar o ar.

As duas espécies de Eucalipto mais comumente usadas para extração de óleo essencial são o Eucalipto globulus e o Eucalipto citriodora.

O óleo essencial de Eucalipto globulus agrega em sua composição alto teor de cineol, constituinte que lhe confere fortes atuações expectorantes e o aroma característico do eucalipto, sendo comumente empregado em saunas para purificar o ar. 

O óleo essencial de Eucaliptus citriodora distingue-se por possuir maior teor de citronelal em sua composição, que lhe confere o aroma característico deste constituinte. Esta variedade de óleo essencial de eucalipto não possui a propriedade de expectoração, mas tem uma boa ação repelente, sendo muito eficaz para repelir mosquitos e pernilongos.

CURIOSIDADE

O coala, animal nativo das florestas australianas, depende do eucalipto para sobreviver. Ele consome ate 1kg de suas folhas a cada noite e, em função do baixo teor de nutrientes, demanda 20 h de sono diário,

CARACTERÍSTICAS

Nome: Eucalipto

Classe: Magnoliopsida como a Melancia.

Ordem: Myrtales como a Romã

Familia: Myrtaceae como a Pitanga

Genero: Mirtaceas/ Corymbia/ Angophora

Da família das Mirtáceas, árvore perene de grandes folhas, que pode atingir até 60 metros de altura. As folhas se apresentam de dois tipos, sendo que nos ramos jovens são opostas, ovaladas e pontudas e nos ramos mais velhos são falciformes, com duas faces diferentes. As flores nascem na base do pecíolo. O fruto é uma cápsula angulosa, acompanhado de cálice persistente e contém várias sementes, algumas férteis e outras estéreis. Reproduz-se por sementes, de preferência em regiões de clima temperado quente, adaptando-se bem a diversos tipos de solos, ricos em sais minerais. As folhas de uma planta devem ser coletadas na época das estações mais frias.

REFERENCIAS

https://www.portalsaofrancisco.com.br/bem-estar/eucalipto

https://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/eucalipto/Abertura.html

https://www.ibflorestas.org.br/os-mitos-e-verdades-do-eucalipto

https://www.emporiolaszlo.com.br/

https://www.ecycle.com.br/7421-eucalipto

http://www.scielo.br/pdf/rbfar/v11n2/a05v11n2.pdf

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